2.10.06

O tempo da vida

(para ti, relamp)

E eu por aqui,
sem saber das tuas histórias,
invento-te
como se fosses parte
do meu caminho,
como se percorresse contigo
as estradas que nos levam
à fogueira
onde ao redor nos encontramos
e nas palavras trocadas
trocamos os beijos
e as vontades
de sermos sempre assim,
portos do mesmo barco
desatracando da vida.

2 comentários:

rossanamador disse...

obrigada jorge...nem sei...nem sei o que dizer...nunca me tinham feito um poema...e um poema feito pelas mãos de quem gosto de ler e saborear cada palavra onde pelo meio conversamos muito e bebemos uns golos de chá...é bom ir caminhando assim por quem nos entende em volta das fogueiras que nos preenchem...obrigado!

Jorge Bicho disse...

Como gosto de te ver em minha casa, vem sempre que queiras...