12.10.06

Lisboa

Neste chão de mar e de partidas
Onde abri meus olhos p’ra te ver,
Nesta terra de mulheres e de cantigas
Onde o Sol se deita com prazer

È que respiro e me dou continuamente
À vida e às muralhas onde avistas
Vidas, vielas e toda a gente
Talhada no coração de artistas

E nos teus bairros vestidos de memórias
Onde um mouro já contou suas histórias
É que respiro o cheiro que de ti guardo

Em ti onde amando e me perdendo
Traço em folhas de Outono o teu fado
Onde te chamo Lisboa, sempre nascendo

2 comentários:

Vera disse...

Que lindo olhar sobre Lisboa! Uma cidade que merece realmente todos os poemas que lhe são dedicados!
Um beijo grande

Anónimo disse...

Que saudades eu tenho da minha Lisboa...terra que me viu nascer
Parabéns pela forma que retratas-te esta cidade tão maravilhosa.