
O tédio – inimigo do olhar,
distrai-me,
faz-me perder
a inquietação
a vontade genuína
da descoberta.
No tédio é que é
pequena
a força da vontade.
Imóvel,
percorro inanimado
todas as letras
porque me alheio
de te conhecer.
No tédio, aborreço-me
da expressão,
de te desenhar
com a vontade
com que meus olhos desejam
o teu corpo
que passa sem me acordar,
deixando o perfume
desenhado no cingir do teu vestido,
dessas tuas curvas que explodem
nos teus seios.
e na luz de um sonho
feita no luar de teu corpo
acetinado - provocante
onde percorro
num dedilhar estranho
este teu mistério
que me desencontra
de todos os meus tédios
distrai-me,
faz-me perder
a inquietação
a vontade genuína
da descoberta.
No tédio é que é
pequena
a força da vontade.
Imóvel,
percorro inanimado
todas as letras
porque me alheio
de te conhecer.
No tédio, aborreço-me
da expressão,
de te desenhar
com a vontade
com que meus olhos desejam
o teu corpo
que passa sem me acordar,
deixando o perfume
desenhado no cingir do teu vestido,
dessas tuas curvas que explodem
nos teus seios.
e na luz de um sonho
feita no luar de teu corpo
acetinado - provocante
onde percorro
num dedilhar estranho
este teu mistério
que me desencontra
de todos os meus tédios











